sábado,
22 de junho de 2024

Policial acusado de matar empresário de Vargem Alta se apresenta e é preso

Rael Sérgio.

O policial militar Fábio Thompson, acusado de matar com quatro tiros o empresário Leandro Bergamin Fardin, 34, se apresentou na tarde desta quinta feira (06) à Corregedoria da PM, em Vitória, e está preso.

A informação é do corregedor da Polícia Militar, coronel Ilton Borges. Segundo ele, Fábio se apresentou acompanhado de seu advogado e ficará mantido no presídio militar à disposição da Justiça e da Polícia Civil.

De acordo com o corregedor, a Polícia Militar vai providenciar escolta do policial assim que for solicitado pelo titular da Delegacia de Crimes contra a Vida, Guilherme Eugênio Rodrigues, para prestar depoimentos ou possíveis diligências.

Ontem, a Justiça acatou pedido da Polícia e decretou a prisão do policial. De acordo com o delegado, todas as testemunhas foram ouvidas, mas falta o depoimento do PM, que é peça fundamental até mesmo para que a polícia possa conhecer sua versão dos fatos.

Ainda abalado com a morte do irmão, o empresário assassinado, Evandro Bergamin Fardin, 38, desabafou: “o que a gente espera é que ele pague pelo que fez. Nossa família é cristã, não queremos o seu mal, mas que seja feita a Justiça. É o mínimo”.

Leandro foi assassinado próximo a um ponto de venda de churrasquinho existente ao lado do Posto Cachoeiro na noite de terça-feira, no bairro Novo Parque. Ele chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu antes de chegar ao hospital.

Segundo testemunhas, o empresário estava sentado conversando com uma amiga quando o policial chegou e o chamou para conversar. Após algum tempo, efetuou os quatro disparos, sendo três no peito.

O motivo do crime, segundo investigação da polícia, teria sido um negócio mal sucedido. Segundo as investigações, o policial teria adquirido um terreno em Vargem Alta e deu uma caminhonete como parte do negócio.

O dono do imóvel repassou o veículo ao empresário. Só que a caminhonete estava alienada com uma dívida de R$ 58 mil a pagar. Revoltado, o empresário começou a cobrar a dívida do policial.

 

 

 
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