quarta-feira,
27 de maio de 2026

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Assumimos o hospital com mais de 4 milhões de dividas, diz o vice-prefeito de Vargem Alta

Rael Sérgio.

A situação crítica da saúde no município de Vargem Alta, região serrana do Estado, não é muito diferente do resto do Brasil. Falta vontade política para resolver o problema. Habitualmente, não há verba suficiente para a saúde, entretanto, quando esta existe é corroída por dois tipos de cupins insaciáveis.

No distrito de Jaciguá e na localidade de Vila Maria zona rural do município foram construído há mais de um ano pela administração municipal, a Unidade Básica de Saúde, destinado ao funcionamento do Programa Saúde da Família (PSF), onde se encontra completamente abandonado.

Greve do Hospital Padre Olívio vem prejudicando os pacientes do município.

O diretor voluntário do hospital Cláudio Pazetto (PR), que também é vice-prefeito, defende-se das acusações do prefeito Bosquinho (PSB). “Assumimos o Hospital Padre Olívio com mais de 4 milhões de dividas. Inclusive com 13º salário de 2012. E com ajuda dos empresários do mármore e granitos, conseguimos quitar uma parte”, disse Pazetto, nas redes sociais.

O prefeito Bosquinho por sua vez nomeou o ex-prefeito, que também já foi diretor do hospital Elieser Rabello como interventor, com a missão de negociar com os funcionários do hospital. Porém até o momento não obteve sucesso nas negociações.

O ex-prefeito lamentou pela separação da dupla, onde ele ajudou a eleger na última eleição. “Estou à disposição para tirar o hospital desta situação, e já pedi ajuda ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ferraço e o Secretário de Estado de Saúde Tadeu Marino, para minimizar está situação”, contou.

O vice-prefeito não concordou com a atitude do prefeito sobre a nomeação do Elieser Rabello, e comentou na rede social. “Quando assumimos em janeiro de 2013, os equipamentos do hospital, já estavam penhorados, inclusive o prédio que foi penhorado ao INSS pelo Sr. Elieser Rabello, desde a década de 90”, defende.

Até o momento os funcionários do hospital continuam em greve, e quem paga o “Pato” desta briga política, são os vargem altenses que necessitam dos atendimentos e os funcionários.

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