terça-feira,
21 de abril de 2026

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Moradora de Santa Maria de Jetibá morre com suspeitas de H1N1 em Colatina

Uma lavradora de 30 anos de idade, moradora de Córrego Japão, em Santa Maria de Jetibá, na região Serrana do Espírito Santo, morreu no último sábado com suspeitas de H1N1.

Valéria Reinke ficou dois dias internada no hospital da cidade antes de ser transferida para Colatina, na última sexta, onde faleceu.

Se confirmado o agente causador, será o primeiro caso do H1N1 em Santa Maria de Jetibá. Só este ano, 18 morreram vítimas do vírus em todo o Estado. Com o caso de Valéria, são 22 mortes sob investigação da Secretaria Estadual de Saúde.
Interior

O marido de Valéria, o lavrador Wilson Shwanz, 34, contou que a mulher começou a passar mal ainda no domingo da semana passada. Tinha mal-estar, febre e dificuldade para respirar. Os sintomas se mantiveram na segunda-feira. Na terça, procuraram atendimento médico. Foram realizados exames e ela permaneceu internada. Neste mesmo dia, foram colhidas as amostras que poderão comprovar se ela contraiu H1N1.

Wilson, porém, não acredita em H1N1. O atestado de óbito mostrou insuficiência respiratória e pneumonia.

“Não tinha nem ideia que diriam que é suspeita de H1N1. Se fosse H1N1 eu teria contraído também, mas não senti nada ainda. A menina também não. Provavelmente, foi uma pneumonia grave”, disse o lavrador.

Valéria deixa uma filha de 5 anos de idade. Nenhum dos três integrantes da família foi vacinado contra a gripe H1N1, segundo o pai.

“Essa paciente esteve internada no hospital do município. Foi feita a coleta, mas não temos notícia da confirmação da morte por H1N1. Ela era uma paciente suspeita. Acredito que não seja. Na terça colhemos os exames, não quer dizer que seja a doença”, comentou a secretária municipal de Saúde de Santa Maria de Jetibá, Rosilene Stuhr.

O velório e o enterro do corpo da lavradora foi realizado na tarde deste domingo (29). Ela foi enterrada no cemitério da igreja luterana de Santa Maria.

A Secretaria Estadual de Saúde informa que o resultado do exame que comprova ou não a presença do vírus H1N1 dura em média 10 dias após o recebimento das amostras.

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