quarta-feira,
11 de fevereiro de 2026

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Cerca de 50 produtores de ovos de Santa Maria de Jetibá recebem orientações sobre regularização de granjas avícolas

Mais de 50 produtores de ovos de Santa Maria de Jetibá participaram, nessa terça-feira (13), de reunião com o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf). O objetivo foi orientar sobre os procedimentos para regularização das granjas avícolas.

De acordo com o chefe do Departamento de Defesa Sanitária e Inspeção Animal do Idaf Fabiano Fiuza Rangel, está sendo estudada uma proposta de Termo de Ajuste de Conduta (TAC) juntamente com o Ministério Público para adequação dos estabelecimentos. “A regularização é essencial para a qualidade do ovo comercializado no Espírito Santo. Temos trabalhado intensamente junto a toda a cadeia produtiva, tanto orientando quanto fiscalizando, para garantir que a produção capixaba mantenha destaque no cenário de produção de ovos. Atualmente, Santa Maria de Jetibá é o segundo município maior produtor de ovos do país”, disse.

Inspeção sanitária

Todo produto de origem animal deve, obrigatoriamente, ser registrado no serviço de inspeção oficial, que pode ser municipal (SIM), estadual (SIE) ou federal (SIF). Os alimentos processados de forma irregular não adotam as exigências sanitárias preconizadas pela legislação, colocando em risco a saúde do consumidor. No caso dos ovos, a contaminação por salmonela é a mais comum, podendo acarretar problemas intestinais graves em quem eventualmente consome o produto.

No caso de registro junto ao SIE, coordenado no Espírito Santo pelo Idaf, os estabelecimentos poderão aderir ao Sistema Brasileiro de Inspeção (Sisbi). “Desta forma, a comercialização dos ovos que seria restrita ao Estado poderá ser expandida para todo o País”, explicou Fiuza.

Apreensões

Nos últimos meses o Idaf realizou quatro operações que resultaram na apreensão de aproximadamente 480 mil ovos em situação irregular. As ações foram programadas após denúncia de que ovos não inspecionados estariam sendo comercializados, inclusive para fora do Estado. O objetivo é impedir que produtos sem garantia de qualidade cheguem à mesa da população.

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