domingo

25/outubro/2026

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Prefeitos, entre eles, de Marechal e Vargem Alta participam do “1º Fórum de Prefeitos” com PH que alerta sobre crise econômica

Preocupado com a crise socioeconômica e com a queda de arrecadação dos cofres públicos, o governador Paulo Hartung participou, na noite desta terça-feira (15), da solenidade de abertura do 1º Fórum de Prefeitos, promovido pela Associação dos Municípios do Estado do Espírito Santo (Amunes), que contou ainda com a presença do prefeito de Vargem Alta, João Bosco, o Bosquinho e do prefeito de Marechal Floriano, Lidiney Gobbi.

O governador aproveitou a oportunidade para orientar, pela segunda vez neste ano, os chefes do Poder Executivo Municipal sobre a importância de controlarem as despesas e manter o pagamento de fornecedores e funcionários em dia.

Em pouco mais de 40 minutos de discurso, o governador fez uma avaliação do cenário político-econômico local e nacional. Para Hartung, mesmo com as eleições municipais previstas para o calendário deste ano, é necessário os prefeitos priorizarem o equilíbrio das contas públicas aos invés de compromissos políticos. “Estamos atravessando um momento desafiador. Sugiro que façam o que for necessário para fechar o quadro financeiro de forma organizada. Não tem saída fácil para este cenário que estamos vivenciando. Precisamos ter criatividade e inovação para estarmos preparados para o período pós-crise”, destacou o governador.

O prefeito de Venda Nova do Imigrante e presidente da Amunes, Dalton Perim, explicou que o encontro tem como objetivo institucionalizar o debate diante de temas comuns e de interesse dos prefeitos. “É preciso fazer uma reflexão e dar prioridades aos desafios que os municípios têm encontrado neste período de retração econômica e desorganização política no cenário nacional. Queremos encontrar, junto com o Governo do Estado, políticas públicas para avançar e melhorar o serviços públicos ofertados à população”, explicou Dalton.

Já o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCES), Sérgio Aboudib, ressaltou que apesar do cenário instável na política e economia nacional o que, segundo ele, reflete na queda de arrecadação dos governos Federal, Estadual e Municipal, o atual desafio dos gestores públicos é controlar as despesas públicas. “A atuação de um gestor atento será de cortar despesas e manter o equilíbrio  das contas públicas, pois não será possível flexibilizar leis [responsabilidade fiscal] existentes”, destacou Aboudib.

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