sábado

24/outubro/2026

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Amme Reviver de Jaciguá abre 30 vagas para tratamento de mulheres com dependência química

Roney Moraes /Rael Sérgio.

A Associação de Apoio Terapêutico Reviver (AATR) abriu, nesta segunda-feira (21), o processo de triagem para o acolhimento e tratamento de mulheres na Unidade Feminina Adulta para Dependentes Químicas em Jaciguá, Vargem Alta, Comunidade Terapêutica “Amme Reviver”.

No total, 30 vagas, dentre elas sociais, estão disponíveis para o acolhimento e tratamento imediado. As entrevistas são realizadas, a princípio, na sede administrativa da Casa Reviver em Mimoso do Sul-ES.

A “Comunidade Terapêutica Amme Reviver”, que é uma parceria com a Associação Cultural para um Mundo Melhor (AMME), foi inaugurada em 18 de junho de 2015, no bairro de Volta Redonda e, desde então, abriga os cursos de Capacitação para os colaboradores, voluntários e diretores. No total, dois cursos de 120 horas foram realizados em Vargem Alta.

Segundo o prefeito de Vargem Alta, João Bosco Dias, o Bosquinho, o município ganha com a chegada da Reviver.  “Estivemos na inauguração no ano passado (clique aqui e reveja a reportagem) e na visita técnica do vice-governador, César Colnago, que é o responsável pela política estadual sobre drogas no Governo do Estado este ano. O trabalho com mulheres será inovador e esperançoso”, disse.

Bosquinho disse ainda da importância da parceria. “Com este projeto estaremos contribuindo com a melhoria da qualidade de vida das mulheres, mediante com ações de prevenção, recuperação e reinserção social. Fico feliz de saber que, muitas mulheres do nosso Município, terão uma nova chance, para sair do vício, e ainda ter sua dignidade resgatada e sua família restabelecida”, completa.

De acordo com a coordenadora geral da AATR, Érika Lopes Faria, as equipes de todas as unidades da Reviver estão em constante capacitação prontas para receber as acolhidas. Em Jaciguá recebemos inspeções do Governo do Estado e municipal e, com as reformas, estamos aptos a receber mulheres que sofrem da Síndrome da Dependência Química. 

Mulheres dependentes

A mulher dependente química sofre mais para conseguir tratamento e seu uso de drogas geralmente obtém relatos que geram preconceitos e discriminação. Na maioria dos casos a sexualidade fica comprometida.

O uso de drogas pelas mulheres geralmente ocorrem dentro do próprio lar, pelos hábitos e vícios culturais da bebida alcoólica. Também ocorre por experiência, aprovação de grupos e curiosidade. Mas principalmente por envolvimento com ‘’alguém’’ ou um parceiro (a) que fazia uso.

“O tratamento baseia-se em acolhimento, programas terapêuticos específicos para mulheres e reinserção social”, cometa a coordenadora geral.

A marcação das triagens femininas já pode ser feita pelo telefone (28) 3555-0779 ou email casarevivermimoso@yahoo.com.br

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