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23/outubro/2026

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Reunião na ALES discute criação de “Unidades de Conservação” nos municípios de A. Chaves, D. Martins e Vargem Alta

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Por intermédio da deputada Janete de Sá (PMN), os representantes da região serrana do estado, se reuniram com o secretário de estado do Meio Ambiente, Aladim Cerqueira, no inicio deste mês na Assembleia Legislativa (Ales). Em pauta a pretensão do IEMA para tornar a região de Monte Verde e Caetés, em Unidade de Conservação Estadual. A área em questão, possui 7.500 hectares e compreende os município se Alfredo Chaves, Castelo,Domingos Martins e Vargem Alta.

Essa unidade de conservação ambiental permanente atende o que determina a Lei Estadual 9462/2010 em seu artigo 13, que caracteriza como Refúgio da Vida Silvestre (RVS) e tem como objetivo proteger ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória.

De acordo com o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos( IEMA),  podem ser constituídos por áreas particulares, desde que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários. Caso contrário, as propriedades particulares devem ser desapropriadas.

A visitação pública e a pesquisa científica estão sujeitas às normas e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, pelo órgão responsável por sua administração ou em regulamento.

A reunião que aconteceu no gabinete da deputada Janete de Sá, contou com a presença do secretário estadual de meio ambiente, do vereador de Vargem Alta, Darli Fassarella, do diretor presidente da APISBES de São bento de Urânia, Alfredo Chaves, Jandir Gratieri, do biólogo do IEMA, Rafael Lorenzon Boni, e os produtores rurais, Moacir Bellon, Ivany Bellon e Madalena Mazzoco e o assessor técnico da comissão de agricultura da assembleia legislativa, engenheiro agrônomo José Roberto Silva Hernandes.

Os produtores da região, que já tem todas umas práticas conservacionistas, pois a região em torno possuí mais de 50% da área preservada, demonstraram apreensão com essa intenção do IEMA, já que teriam várias restrições para desenvolver suas atividades e com a possibilidade até de acontecerem  desapropriações no futuro.

O secretário esclareceu as dúvidas e se comprometeu a paralisar o processo para uma análise mais aprofundada com a participação efetiva da comunidade, deixando claro que os proprietários rurais da região não serão prejudicados.

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