Rael Sérgio/ A Gazeta.
O prefeito de Vargem Alta João Bosco Dias (PSB), o Bosquinho, afastado na época por 60 dias, em decorrência da Operação Canudal, onde o Ministério Público Estadual apurou fraude em licitações e uso do patrimônio público em benefício de particulares, reitera sua certeza de esclarecer todos os fatos investigados: “Foi um exagero e uma surpresa esse afastamento, que não foi prorrogado. Eu não tinha nenhum tipo de processo. No inquérito só há três questionamentos contra mim, que são fáceis de responder. Já faz quatro meses que reassumi e só vão me ouvir após o carnaval”.
Ainda na época cidade passou a ser administrada pelo vice, Cláudio Pazetto (PR), rompido com o titular. Em entrevista ao jornal A Gazeta, ele argumenta que, ao retornar ao cargo, encontrou “coisas desorganizadas, não renovação de convênios, perda de todas as certidões negativas do município e nenhum processo despachado no gabinete do prefeito interino”.
O socialista evita falar de planos eleitorais, mas dá a senha: “Vamos deixar para adiante, mas de uma coisa tenho certeza: na hora de resolver, terei totais condições políticas e jurídicas de disputar”.


