Foto: Divulgação/PMF
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Redação/Notícia Capixaba
Após imprensa divulgar que o Judiciário determinou o afastamento de um conselheiro tutelar por assediar sexualmente de adolescentes e mães atendidas pelo Conselho Tutelar de Marechal Floriano e funcionárias do órgão, o Conselho divulgou uma nota oficial sobre o caso.
A decisão do afastamento de um conselheiro partiu de uma Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Marechal Floriano.
Na nota, o Conselho Tutelar diz que colaborou com todas as investigações quando solicitado pela Polícia Civil.
Na nota explicou também que a ação de investigação correu em sigilo de Justiça desde junho de 2016. Parte das denúncias feitas vem de mandatos anteriores. Todos os fatos foram devidamente apurados, o que resultou no afastamento do conselheiro.
“O Conselho Tutelar, como órgão de proteção à criança e ao adolescente, vem reafirmar o seu compromisso com a sociedade, de continuar prestando um serviço de qualidade, com ética, respeito, competência e profissionalismo”.
O Conselho Tutelar lamenta o ocorrido, uma vez que é um órgão de proteção e prevenção, e não de violação dos direitos.
Ainda segundo a nota, as conselheiras Melba Karla Rocha Beltrame, Sirley Aigner Klippel, Eulália Alice Renzelman Goese, Rosinete Majevski Pereira da Silva e Nilda Idelfonso Penha permanecem à disposição da sociedade florianense para garantir os direitos de crianças e adolescentes que deles necessitarem.