terça-feira,
21 de abril de 2026

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Ex-prefeito de Santa Maria de Jetibá vai responder ação por improbidade

site12O ex-prefeito de Santa Maria de Jetibá , Hilário Roepke, o Gatinha (PPS), virou réu em ação de improbidade por suspeita de irregularidade na contratação de som, iluminação e equipamentos de palco para a festa do colono do ano de 2009. Nesta terça-feira (12), a Justiça estadual determinou o recebimento da denúncia ajuizada pelo Ministério Público Estadual (MPES). Também foi deferido o pedido de indisponibilidade dos bens do ex-prefeito e do ex-secretário de Cultura, Leandro da Silva, que também é alvo do processo. As informações são do TJES e do Século Diário.

Na decisão, o juiz da 1ª Vara do município, Marcelo Soares Gomes, reconheceu a “imprescindibilidade da continuidade das indagações e averiguações, com amplo espectro probatório, o qual poderá corroborar ou aniquilar as denúncias formuladas pelo autor da ação”. Ele determinou a citação dos réus para responder à acusação no prazo de 15 dias, além da notificação do Município de Santa Maria de Jetibá para integrar a lide na qualidade de litisconsorte (parte interessada), casa haja interesse.

Na denúncia inicial (0000768-31.2015.8.08.0056), o Ministério Público questionou os procedimentos para contratação direta da empresa ART Sonorização, por dispensa de licitação. A promotoria alega falta de planejamento administrativo, uma vez que a administração pública teria “pleno conhecimento da anualidade da festa, sempre no final do mês de julho e, portanto, previsível necessidade, razão pela qual deveria ter iniciado o procedimento licitatório, com tempo suficiente para análise dos recursos, o que não ocorreu”.

Consta no processo que uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou ilegalidade da contratação direta. Para o Ministério Público, os réus agiram com dolo ou, no mínimo, culpa grave no trato da coisa pública e que por esta razão devem ser condenados pela prática de ato de improbidade administrativa. A defesa dos réus negou a acusação. Foi alegado também que o TCE ainda não julgou a questão e de que a situação emergencial não foi provocada, mas decorrente de incidente processual recursal que resultou na revogação do procedimento licitatório.

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