sábado

26/setembro/2026

Polícia

Exclusivo: Mãe e filha suspeitas de orquestrarem a morte de Thamires diz que pagaram apenas para dar um susto, afirma o advogado

Foto: Divulgação

 

Por: Redação do portal Notícia Capixaba

 

Uma tragédia anunciada, disse o advogado José Carlos Silva, que faz a defesa da comerciante Sulamita Almeida, conhecida como Sula, e a filha dela, Flávia Almeida Silva, de 18 anos, acusadas de terem tramado e encomendado à morte da agricultora Thamires Lorençoni Mendes, 26 anos, no último dia 30 de novembro, às margens da Rodovia ES-164, próximo à localidade da Gávea, em Vargem Alta. O delegado driblou a imprensa, e realizou o depoimento no município de Rio Novo do Sul.

 

O advogado José Carlos Silva, concedeu uma entrevista para o jornalista Rael Sérgio, onde falou sobre a motivação e o caso que Gedson Thomazini, de 27 anos, teve com Flávia Almeida Silva. Confira a entrevista na íntegra nesta sexta feira (13), no portal NC.

 

“Flávia era apaixonada pelo Gedson. Ele iniciou o relacionamento com a Flávia, quando Ela tinha apenas 13 anos. Ela não aceitava o fim do relacionamento, e a situação piorou quando Gedson casou com Thamires”, disse o advogado.

 

“Thamires sabia que o marido já teve um relacionamento com a Flávia, e as duas viviam discutindo e diziam coisas ofensivas uma para o outra. O estopim da bomba estourou, ou melhor, a tragédia anunciada, quando Gedson estava reformando a casa debaixo para se mudar. O problema que a madrasta dele e a filha moravam no andar de cima, com o pai de Gedson, e não iriam suportar de ver casal morando debaixo da casa delas”, completa o advogado na entrevista.

 

O advogado José Carlos Silva, disse ainda para o jornalista que as duas pagaram R$ 1.500,00 aos pistoleiros que mataram a agricultora apenas para dar um susto, porém, infelizmente, o plano deu errado. 

Investigações vão continuar

 

A comerciante Sulamita Almeida, “a Sula”, e a filha dela, Flávia Almeida Silva, de 18 anos, foram interrogadas em Rio Novo do Sul, cuja delegacia também está sob a responsabilidade de Rafael, e não em Vargem Alta onde a imprensa aguardava.

 

O delegado Rafael Amaral Ferreira, responsável pelo caso, mais uma vez não deu detalhes sobre caso. O delegado disse que não irá comentar nada, para não atrapalhar nas investigações. “O caso vai atrasar mais alguns dias, mas pretendo encerrar o inquérito até no final do mês”, disse Amaral ao portal NC.

 

Após o depoimento, as duas retornaram para o Centro Prisional Feminino de Cachoeiro, onde estão mantidas desde o dia 5, data em que foram presas.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site, e nos reservamos o direito de excluir. Não serão aceitos comentários que envolvam crimes de calúnia, ofensa, falsidade ideológica, multiplicidade de nomes para um mesmo IP ou invasão de privacidade pessoal / familiar a qualquer pessoa.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confira mais Notícias

Polícia

Polícia conclui investigação sobre latrocínio e ocultação de cadáver em Castelo

Polícia

Espírito Santo alcança 900 prisões com uso da tecnologia de reconhecimento facial

Polícia

Homem que matou noiva e jogou corpo em piscina é condenado a 24 anos em Anchieta

Polícia

Polícia prende homem investigado por duas tentativas de homicídio em Venda Nova

Polícia

Polícia Civil prende em Castelo homem investigado por tentativa de homicídio contra idoso

Polícia

Espírito Santo registra 82 processos de violência doméstica por dia

Polícia

Polícia Civil intercepta carregamento de drogas do Rio de Janeiro e desarticula esquema de tráfico em Cachoeiro

Polícia

Polícia prende condenado por tráfico de drogas em Cachoeiro de Itapemirim

plugins premium WordPress