“Durante as diligências, foram apreendidos diversos aparelhos celulares e documentos que servirão como base para as próximas etapas do processo”
Redação
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Corregedoria Geral da Polícia Civil (CGPC), deflagrou nesta sexta-feira (17/04) a segunda fase da Operação Caixa de Pandora, na Região Serrana. A ação, em conjunto com o Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Venda Nova do Imigrante, com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), tem como finalidade colher evidências sobre crimes de corrupção, extorsão e violação de sigilo funcional cometidos por agentes públicos. Durante as diligências, foram apreendidos diversos aparelhos celulares e documentos que servirão como base para as próximas etapas do processo.
No município de Afonso Cláudio, a Corregedoria Geral da Polícia Civil (CGPC) cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência de uma policial civil lotada em Venda Nova do Imigrante. Além das buscas, foi dado cumprimento à medida cautelar de afastamento da função pública da servidora pelo período de 180 dias. A investigação agora será concentrada na Corregedoria Geral da PCES, que está realizando a análise técnica das evidências arrecadadas tanto na esfera criminal quanto na apuração administrativa disciplinar.
Para o cumprimento de mandados de busca e apreensão, concedidos pela Vara Única de Itarana, a equipe deslocou-se para duas cidades diferentes, a fim de colher elementos complementares para instrução da investigação.
Esta operação é parte de um trabalho contínuo de uma investigação, cujo objetivo é combater a corrupção policial e prestigiar a excelência do serviço público, além de atingir o último estágio de uma organização criminosa que cometeu crimes de homicídio, extorsão, venda ilegal de armas, roubos e furtos, em algumas cidades da região.
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) destacou que todas as diligências foram devidamente cumpridas e reforça o compromisso com a transparência e a continuidade das investigações para a total elucidação dos fatos relacionados à conduta dos envolvidos.


