A reta final de campanha em Vargem Alta tem sido generosa em factoides. O objetivo único é impedir que o eleitor tenha acesso a informações confiáveis sobre o pleito que se aproxima.
Embora haja no município quatro candidatos a prefeito, o alvo escolhido foi à imprensa e, mais especificamente, o jornal Espírito Santo de FATO.
Depois de panfletos apócrifos, mais uma iniciativa anônima deu aos que tentam enganar o eleitorado, uma vitória pírrica – obtida a alto preço e potencialmente acarretadora de prejuízos irreparáveis – que durou uma noite, com festa nas redes sociais.
Ludibriaram o Ministério Público e até a Justiça Eleitoral, numa denúncia anônima e de má-fé, contra pesquisa feita pelo Instituto Agesp, dentro de todos os preceitos estabelecidos pela Lei Eleitoral, como ficou comprovado na Justiça, e publicada pelo FATO, nesta semana.
Uma liminar proibiu a divulgação do levantamento a partir da tarde de ontem (22), mas foi revogada hoje, quando, após receber farta documentação comprobatória da lisura do levantamento, o juiz se deu conta de que tudo estava regular e o próprio Ministério Público retirou a denúncia.
A pesquisa, desde então, já está novamente no ar no site do jornal apontando o favoritismo do candidato Elieser Rabello (PMDB), com 39% das intenções de votos, contra 29,5% de João Altoé (PSDB), seu perseguidor mais próximo.
Nestes últimos dias antes da votação, tentam fechar a cortina de fumaça, já espessa e muito além da capacidade de vazão da goela grande da chaminé.
Como já anunciado, nenhum atentado contra a credibilidade do Espírito Santo de FATO ficará sem resposta à altura.
Os artífices serão responsabilizados jurídica e jornalisticamente – tudo a seu devido tempo, com provas irrefutáveis.
Pesquisa
A pesquisa está registrada no TRE sob o número: ES – 04389/ 2016. O instituto Agesp ouviu 400 pessoas nos dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro é de 4,8 pontos percentuais e o nível de confiança de 95%.

Fonte e reprodução: Wagner Santos/ jornal Espírito Santo de FATO.


