sábado

31/outubro/2026

Meio Ambiente

Pedra Azul celebra 66 anos de história na preservação ambiental

Redação

Em 31 de outubro de 1960, o Decreto nº 312 deu início a história de preservação ambiental na região da Pedra Azul, em Domingos Martins. Mais de seis décadas depois, a área protegida, que em 1991 passou a ser denominada Parque Estadual da Pedra Azul, segue desempenhando um papel importante na conservação da biodiversidade capixaba.

Com aproximadamente 1.300 hectares de Mata Atlântica, o Parque abriga uma diversidade de espécies vegetais e animais, além de paisagens que atraem visitantes de diferentes regiões. Entre a vegetação encontrada na unidade estão orquídeas, bromélias, ingás, cedros, ipês e canelas, que compõem a riqueza natural da área.

A fauna também reserva curiosidades. Com sorte e silêncio durante as trilhas, é possível avistar animais como tatus, veados, araras, arapongas, bugios e saguis. A unidade também abriga espécies ameaçadas de extinção, como a onça-parda, o sagui-da-serra e o tamanduá-mirim, cuja presença reforça a importância da proteção dos habitats naturais.

“Celebrar os 66 anos do início da preservação da Pedra Azul é reconhecer a importância dessa área para a conservação da Mata Atlântica e da biodiversidade capixaba. Nosso compromisso é manter esse patrimônio natural protegido, promovendo uma visitação responsável e conscientizando os visitantes sobre a importância de preservar esse ambiente para as próximas gerações”, destaca Anderson Kruger, gestor do Parque Estadual da Pedra Azul.

Preservação e visitação responsável

Um dos parques estaduais mais visitados do Espírito Santo, a unidade recebe especialmente durante o inverno pessoas interessadas no clima frio e nas paisagens das montanhas capixabas. Para conciliar a visitação com a conservação ambiental, a segurança e a qualidade da experiência dos visitantes, o acesso às trilhas é limitado a 150 pessoas por dia, com agendamento prévio no site AgendaES.

Ao completar 66 anos desde o marco inicial de sua proteção, a Pedra Azul reafirma a importância das áreas protegidas para a conservação do patrimônio natural do Espírito Santo e para a manutenção da biodiversidade da Mata Atlântica.

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