quinta-feira,
16 de abril de 2026

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Febre Amarela deixa Marechal Floriano atento ao problema

As vigilâncias de Saúde de Marechal Floriano estão atentas à questão da Febre Amarela. Segundo informações do gerente de Vigilância em Saúde do município, Geraldo Antônio da Silva, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) está passando informações atualizadas de como proceder no caso da vacinação contra a Febre Amarela.

“Estamos muito atentos ao problema e prontos para fazer um trabalho de abordagem junto à população, assim que se fizer necessário”, esclareceu o gerente de Vigilância em Saúde.

É preciso esclarecer que nem todas as pessoas precisam ser vacinadas. É necessário fazer uma avaliação para ver quem deve receber a dose da vacina.

Suspeita em humanos

A Secretaria estadual de Saúde (Sesa) foi notificada sobre seis casos de suspeita de febre amarela no Espírito Santo. São os primeiros no Estado, desde que começou o surto da doença em cidades do leste de Minas Gerais. Os casos ainda serão investigados. O diagnóstico definitivo pode indicar outras doenças com sintomas semelhantes.

As 350 mil doses de vacina contra a doença já chegaram ao estado e mais 150 mil são aguardadas até sexta-feira (20).

A vacina

O Ministério da Saúde alerta que, nos casos de pacientes com imunodeficiência, a administração da vacina deve ser condicionada à avaliação médica de risco-benefício. Pessoas com histórico de reação alérgica à substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina e ouros produtos com proteína bovina), além de pacientes com histórico anterior de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, ausência de timo ou remoção cirúrgica) também deve buscar orientação profissional.

Contraindicações:
• Crianças menores de 6 meses de idade.
• Pacientes com imunodepressão de qualquer natureza.
• Pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave.
• Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia,radioterapia, imunomoduladores).
• Pacientes submetidos a transplante de órgãos.
• Pacientes com imunodeficiência primária.
• Pacientes com neoplasia.
• Indivíduos com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).
• Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).
• Gestantes. A administração deve ser analisada caso a caso na vigência de surtos.

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