Foto: Divulgação
![]() |
O suposto erro de digitação, por quase R$ 180 mil, sobre uma contratação de show de artista local, e um escândalo da “licitação milionária para Palestra Motivacional”, além de outras denuncias sobre as situações precárias das estradas vicinais, repercutiu mal para o Prefeito de Vargem Alta, João Altoé (PSDB), na imprensa regional e estadual.
A reportagem na última semana, do renomado jornalista, Ilauro Oliveira do jornal Aqui Notícias, e parceiro/colaborador do portal Notícia Capixaba, mostra o que vem acontecendo na nova gestão. Confira:
João Altoé ainda não achou o rumo
Um governo que chegou recheado de esperanças, mas que, em apenas cinco meses, já esfriou o ânimo do povo de Vargem Alta tanto quanto a temperatura local. Assim é a administração do prefeito João Altoé (PSDB) que de erro em erro (até de digitação, acreditem!) vai decepcionando uma cidade inteira.
Eleito prefeito ainda na década de 80, João Altoé (PSDB) voltou ao poder quase 30 anos depois, mas com cacoetes de tempos passados. O pior deles é acreditar que apenas secretários municipais podem governar por ele. Está pagando o preço da popularidade no chão, por enquanto. Se continuar com a mesma concepção administrativa poderá pagar preços maiores em esferas mais duras do que o simples conceito popular.
O que se comenta na Praça Alberto do Carmo é que o prefeito João Altoé fez muito mais que alianças políticas, fez acordos que podem tornar seu governo insustentável em pouco tempo. Estaria ele abdicando de trazer nas mãos o próprio governo que o povo lhe concedeu, apostando em um mandato de coalizão que tem tudo para não dar certo. Como não tem dado até agora.
É lamentável que um político de tradição não esteja correspondendo à altura em tão pouco tempo. Era tudo que Vargem Alta, cidade pequena e que já sofre com a baixa arrecadação, não precisava. A torcida é para que o prefeito mude enquanto é tempo e acerte o rumo da sua administração. E principalmente corrija seus erros. Inclusive os de digitação dentro do Diário Oficial. Afinal, de erro em erro é que se paga a conta alta no final do mandato.


