sábado

24/outubro/2026

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Ministério Público e a Policia Civil voltaram ao local da suposta vítima de taxista em Marechal Floriano

Notícia Capixaba.

Tânia ficou desaparecida há cerca de três anos

O Ministério Público do Espírito Santo solicitou à Polícia Civil novas diligências no suposto homicídio de Tânia Rodrigues Pereira, que aconteceu em Marechal Floriano, região serrana do Estado. Tânia Rodrigues Pereira desapareceu em outubro de 2009, no município. Em junho de 2012 o taxista Deonésio Geike, acusado de ter matado a prima dela Thais Lyrio de Andrade, confessou também ter assassinado Tânia apontando como sendo desta os ossos encontrados próximos à cova rasa em que tinha enterrado o corpo de Thais, na localidade de Alto Rio Fundo, interior de Marechal Floriano.

Thaís foi morta em 08 de junho de 2012. Deonésio Geike foi a júri popular em março de 2013, ocasião em que foi condenado há 21 anos por homicídio triplamente qualificado, por motivo fútil, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, e dois anos por ocultação de cadáver, totalizando 23 anos de reclusão.

Apesar da confissão do taxista coincidir com dados e provas coletados no inquérito, os dois exames de DNA realizados no Laboratório de DNA da Polícia Civil do Estado não comprovaram ser de Tania Rodrigues Pereira o material encontrado na mesma cova em que também foi enterrada Thais Lyrio de Andrade, de 19 anos.

O laudo cadavérico emitido pelo laboratório capixaba confirmou apenas se tratar de ossada de um indivíduo de sexo feminino, compatível com fase final de adolescência (adulto jovem), aparência física média e estatura estimada em torno de 165cm, demonstrando não ser possível estabelecer a causa da morte, nem tão pouco a sua identificação.

O jornalista Rael Sérgio que estava no local informou que a promotoria de Justiça precisava da comprovação material de que os ossos encontrados em Alto Rio Fundo, interior de Marechal Floriano são da suposta vítima Tania Rodrigues, bem como da causa da morte, para que proceda à denúncia de homicídio em face do taxista. Porém, uma terraplanagem foi realizada no local onde os corpos foram encontrados, e o MPES e a perícia da Polícia Civil, não conseguiram realizar novas provas.

A informação completa sobre esse caso será publicada mais tarde em nosso portal de notícia.

 

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