Familiares de policiais militares protestam reivindicam reajuste salarial, o pagamento de auxílio alimentação, periculosidade, insalubridade e adicional noturno. Elas denunciam também a frota sucateada e a falta de perspectiva de carreira.
Elas protestam pelos seus familiares visto que os policiais militares são proibidos pelo Código Penal Militar de protestar, fazer greve ou paralisação. A pena para o PM que tomar parte em atos desse tipo pode chagar a dois ano de prisão.

O protesto está acontecendo praticamente em todo o Estado. Na Região Serrana, familiares de policias da 6ª Cia Independente da Polícia Militar de Marechal Floriano e Domingos Martins também estão participando deste ato.
Segundo informações da Rede Gazeta, a Associação dos Oficiais Militares do Espírito Santo informou que apoia o movimento. O Major Rogério do BME afirmou que espera que possa haver diálogo em breve entre os manifestantes, as associações e o Governo do Estado. “Nossos policiais estão passando fome. Temos o pior salário do Brasil. Queremos sentar e traçar uma possibilidade de melhoria salarial”, disse ele para o jornal A Gazeta.
A reportagem da Gazeta entrou em contato com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e com o Comando da Polícia Militar, mas, até o momento, não recebeu reposta.


