Thadeu Orletti – orletti10@gmail.com
Eliminado da competição após denúncia de subornar um atleta do Castelinho F.C., dirigentes e torcedores do Prosperidade F.C. questionam a atuação da Liga na condução do caso, alegando que a defesa apresentada foi recusada sem uma profunda análise.
Na semana passada foi apresentado a Liga de Esportes de Vargem Alta um áudio e uma declaração de próprio punho onde o goleiro do Independente de Vargem Alta confessa que recebeu dinheiro para beneficiar o Castelinho F.C., na partida das quartas de final entre as duas equipes. A negativa da Liga foi justificada pelo fato de que o Independente não se manifestou à época do fato. Procurada para falar do assunto a diretoria do Independente alega que desconfiou da atuação do atleta, mas não tem como provar nada contra o mesmo. Sobre a afirmação nas redes sociais, onde o perfil “Torcida do Prospê” afirma que o Independente teria levado o atleta a Liga, disse que esse fato não condiz com a verdade.
Também na semana passada o Prosperidade F.C. acionou a Justiça para rever a punição aplicada pela Liga. O Juiz de Direito negou o pedido, pois entende que o fato deve ter seu trâmite esgotado na Justiça Desportiva para que seja analisado pela Justiça Comum.
O Prosperidade F.C. publicou na rede social (“Torcida do Prospê”) uma série de documentos alegando que ocorreu manipulação da ficha de inscrição da equipe, incluindo o nome de Márcio Massarutti como técnico. Toda a defesa apresentada pelo Prosperidade F.C. está disponível no perfil citado.
Nesta semana a discussão vai ficar por conta da narrativa do árbitro Daniel Camiletti na súmula da partida de ida da final entre Castelinho e Operário, onde relata que foi ofendido com palavras, narra a tentativa de agressão por parte de um torcedor do Castelinho, que foi identificado, além do dano em seu veículo.
Diante disso, o Prosperidade F.C. exige que a Liga seja rigorosa na análise desta súmula. Por outro lado, atletas do Castelinho F.C. questionam nas redes sociais o teor da narrativa do árbitro.


